"Começamos a identificar quando é amor quando começamos a achar certos defeitos e caracteristicas engraçadas, como a previsibilidade de algumas atitudes e até as brincadeiras que são, muitas vezes, as formas que encontramos para dizer o que realmente pensamos."(Karine e Rodrigo Donni, 2010)
E é assim que se iniciou nosso casamento de fato. Quando nos demos conta de que tinhamos chegado a Porto Alegre vindo da "cidade maravilhosa", e que logo voltariamos ao nosso dia-a-dia de trabalho e faculdade. Curtimos muito nossos momentos lá no Rio de Janeiro, mas também discordamos e brigamos, em alguns momentos pudemos inclusive perceber em que concordavamos e chegamos a nos tolerar por algumas horas. Em alguns momentos até fugimos juntos ou um do outro, e até de nós mesmo. Isso tudo aconteceu mesmo e acabou nos fortalecendo, pois estavamos ainda muito sintonizados nos compromissos estressantes da organização da festa e cerimônia do casamento e não conseguiamos nos habituar as novas perspectivas.
Um fator importante a se levar em consideração nesse novo núcleo de familia que vem a ser assumido, é que o passado fica no seu lugar e que o comprometimento com a familia aumenta, visto que agora a familia também aumenta, pois inegavelmente é tudo uma coisa só agora para o casal - as mães e os pais e os irmãos. A mensagem central deste parágrafo é a seguinte: "Sua felicidade nos próximos momentos, serão o reflexo das suas atitudes deste instante. Isso inclui assumir os próprios erros."
Providência Divína ou não, nesses dias que se passaram após o casamentos até hoje, situações apareceram e opiniões transpareceram, onde tivemos que aprender a respeitar-nos e até sermos cumplices. Tivemos que nos unir ainda mais para que pudemos conviver sentindo felicidade e satisfação em estarmos juntos. Tivemos que descobrir como era amar verdadeiramente o outro. Compreender por que o amor não tem medida nem intensidade e por que sua raíz está no amor que nossas mães tem por nós.
Tivemos que rezar, contar, respirar, ignorar e até ser tão sinceros um com o outro como nunca fomos antes. Pensavamos até então que viviamos uma relação clara e franca, mas tivemos que nos aperfeiçoar para que compreendessemos o que era o verdadeiro amor e como deviamos constituir nossa familia - montando a nossa base.
Desejo a casais que estejam se casando, que passem pelas mesmas coisas, para que assim esse amor seja forte o bastante para conseguir perseverança para casarem-se uma vez por ano, pelo menos, renovando seus votos e reforçando seu vínculo.
E é assim que se iniciou nosso casamento de fato. Quando nos demos conta de que tinhamos chegado a Porto Alegre vindo da "cidade maravilhosa", e que logo voltariamos ao nosso dia-a-dia de trabalho e faculdade. Curtimos muito nossos momentos lá no Rio de Janeiro, mas também discordamos e brigamos, em alguns momentos pudemos inclusive perceber em que concordavamos e chegamos a nos tolerar por algumas horas. Em alguns momentos até fugimos juntos ou um do outro, e até de nós mesmo. Isso tudo aconteceu mesmo e acabou nos fortalecendo, pois estavamos ainda muito sintonizados nos compromissos estressantes da organização da festa e cerimônia do casamento e não conseguiamos nos habituar as novas perspectivas.
Um fator importante a se levar em consideração nesse novo núcleo de familia que vem a ser assumido, é que o passado fica no seu lugar e que o comprometimento com a familia aumenta, visto que agora a familia também aumenta, pois inegavelmente é tudo uma coisa só agora para o casal - as mães e os pais e os irmãos. A mensagem central deste parágrafo é a seguinte: "Sua felicidade nos próximos momentos, serão o reflexo das suas atitudes deste instante. Isso inclui assumir os próprios erros."
Providência Divína ou não, nesses dias que se passaram após o casamentos até hoje, situações apareceram e opiniões transpareceram, onde tivemos que aprender a respeitar-nos e até sermos cumplices. Tivemos que nos unir ainda mais para que pudemos conviver sentindo felicidade e satisfação em estarmos juntos. Tivemos que descobrir como era amar verdadeiramente o outro. Compreender por que o amor não tem medida nem intensidade e por que sua raíz está no amor que nossas mães tem por nós.
Tivemos que rezar, contar, respirar, ignorar e até ser tão sinceros um com o outro como nunca fomos antes. Pensavamos até então que viviamos uma relação clara e franca, mas tivemos que nos aperfeiçoar para que compreendessemos o que era o verdadeiro amor e como deviamos constituir nossa familia - montando a nossa base.
Desejo a casais que estejam se casando, que passem pelas mesmas coisas, para que assim esse amor seja forte o bastante para conseguir perseverança para casarem-se uma vez por ano, pelo menos, renovando seus votos e reforçando seu vínculo.
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