"Penso, logo existo." (Cogito, ergo sum.) René Descartes.
- É, mas tem gente que não pensa e existe - bem como, exige - para caramba.
Assim se inicia um planejamento familiar, pensando como será receber esse presentinho divíno o qual caberá ao casal educar e, principalmente, amar. Por isso que alguns casais antes compram um cachorro, por que esse ainda dá para dar para outra pessoa criar e vive menos. Se o casal tiverem que viajar - curtir aquela lua-de-mel quinzenal que já estão acostumados - o bichinho fica onde deixarem pode dormir na casa de qualquer um que esteja afim e nos dias de trabalho onde não tem ninguém em casa, ele fica sozinho ainda que chore um pouquinho - ninguém vai chamar o conselho tutelar. Parece duro e grosseiro da minha parte? Para mim, e tenho certeza que meu esposo também, parece sensato. Ainda que que achemos que um bichinho mereça mais consideração que isso que descreví.
Fora isso tudo, é facinante imaginar como serão todas as experiências com esse "mini-nós" que verá.
Só para Mulheres!
Pergunte-se três coisas racionalmente. Respire fundo e mire o horizonte. Repita mais duas vezes, para que os seus instintos seja ignorados.
1º) Meu marido quer?
Seu marido se imagina como pai e alguma vez falou sobre esse desejo. Ele pode querer isso para agora ou não. Isso deve ser discutido antes, pois uma relação familiar que já começa com um decidindo pelos dois, na minha opinião, não parece saudável para um bebê, pois aqui a pouco ele vai começar a entender tudo, fora que já capta as energias desde o ventre. Se a mulher simplesmente decidiu engravidar e fez por onde, isso não é o "golpe da barriga" é inseminação por doador emocionalmente escolhido.
Bom, "troca de anticoncepcional" e "esqueci de tomar um dia ou outro", toda mulher sabe que esse é o nome do procedimento. Sua sogra, principalmente já sabe que você tomou a decisão.
2º) Você, realmente, quer?
A mãe tem uma ligação muito forte na maioria dos casos, ou seja, esses nove meses já foram para conhecimento mútuo familiar e materno. Esse bebê vai querer o seu colo no meio da noite e o seu marido também vai querer seu apoio nos dias que forem mais difíceis para ele. Para isso existe a mulher, para ser esse apoio emocional familiar e ser o porto seguro dos filhos e do marido.
Você não vai poder sair se o bebê não estiver bem ou não quizer, pois eles são muito sensíveis a variações de rotina.
3º) Você e seu marido. Ele é bom para você?
Subjetivo, né? Esse instinto é tão forte que as mulheres acham qualquer ogro um lorde, mas pense que uma familia é um elo de confiança, onde você tem que ter certeza que seu marido vai ser companheiro para o resto da vida, querer ficar velho ao seu lado e te respeitar sempre. Sendo bem direta: não ter nojo e nem medo.
Os homens sentem muito medo das coisas, mas por amor tentam esconder isso, tentam ser fortes. Por amor e pela familia são corajosos e respeitosos.
- É, mas tem gente que não pensa e existe - bem como, exige - para caramba.
Assim se inicia um planejamento familiar, pensando como será receber esse presentinho divíno o qual caberá ao casal educar e, principalmente, amar. Por isso que alguns casais antes compram um cachorro, por que esse ainda dá para dar para outra pessoa criar e vive menos. Se o casal tiverem que viajar - curtir aquela lua-de-mel quinzenal que já estão acostumados - o bichinho fica onde deixarem pode dormir na casa de qualquer um que esteja afim e nos dias de trabalho onde não tem ninguém em casa, ele fica sozinho ainda que chore um pouquinho - ninguém vai chamar o conselho tutelar. Parece duro e grosseiro da minha parte? Para mim, e tenho certeza que meu esposo também, parece sensato. Ainda que que achemos que um bichinho mereça mais consideração que isso que descreví.
Fora isso tudo, é facinante imaginar como serão todas as experiências com esse "mini-nós" que verá.
Só para Mulheres!
Pergunte-se três coisas racionalmente. Respire fundo e mire o horizonte. Repita mais duas vezes, para que os seus instintos seja ignorados.
1º) Meu marido quer?
Seu marido se imagina como pai e alguma vez falou sobre esse desejo. Ele pode querer isso para agora ou não. Isso deve ser discutido antes, pois uma relação familiar que já começa com um decidindo pelos dois, na minha opinião, não parece saudável para um bebê, pois aqui a pouco ele vai começar a entender tudo, fora que já capta as energias desde o ventre. Se a mulher simplesmente decidiu engravidar e fez por onde, isso não é o "golpe da barriga" é inseminação por doador emocionalmente escolhido.
Bom, "troca de anticoncepcional" e "esqueci de tomar um dia ou outro", toda mulher sabe que esse é o nome do procedimento. Sua sogra, principalmente já sabe que você tomou a decisão.
2º) Você, realmente, quer?
A mãe tem uma ligação muito forte na maioria dos casos, ou seja, esses nove meses já foram para conhecimento mútuo familiar e materno. Esse bebê vai querer o seu colo no meio da noite e o seu marido também vai querer seu apoio nos dias que forem mais difíceis para ele. Para isso existe a mulher, para ser esse apoio emocional familiar e ser o porto seguro dos filhos e do marido.
Você não vai poder sair se o bebê não estiver bem ou não quizer, pois eles são muito sensíveis a variações de rotina.
3º) Você e seu marido. Ele é bom para você?
Subjetivo, né? Esse instinto é tão forte que as mulheres acham qualquer ogro um lorde, mas pense que uma familia é um elo de confiança, onde você tem que ter certeza que seu marido vai ser companheiro para o resto da vida, querer ficar velho ao seu lado e te respeitar sempre. Sendo bem direta: não ter nojo e nem medo.
Os homens sentem muito medo das coisas, mas por amor tentam esconder isso, tentam ser fortes. Por amor e pela familia são corajosos e respeitosos.
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